EP A Voz do Rio, da cantora santarena Priscila Castro, já está nas plataformas digitais


Foto: divulgação.


Já está nas principais plataformas digitais o primeiro EP da cantora paraense Priscila Castro, natural de Santarém. O álbum A Voz do Rio reúne oito canções, navegando pela diversidade de ritmos do Estado, apostando na arte regional, conectada com sonoridades e vivências universais. .


Com direção artística da própria cantora, o álbum tem direção musical de Andresson Dourado e Júnior Castro. No trabalho, Priscila traz parcerias com a banda Warilou e com as cantoras Jana Figarella e Ádria Góes, além da participação especial da liderança indígena Alessandra Munduruku que promete ser um dos pontos altos deste EP, projeto contemplado com recursos da Lei Aldir Blanc Pará.


Com a maior parte da produção feita em Santarém, oeste do estado, o álbum vem com sete canções cujas letras reúnem temas como a força do feminino, ancestralidades e protestos, embaladas por gêneros musicais dançantes como Brega, Guitarrada, Carimbó e um pouco de Pop.


“O disco é uma grande festa, com reflexão sim, mas também dança, abraços e sorrisos. Sempre estive cercada de grande músicos que têm grande influência no que me tornei enquanto artista. É uma união de todas as minhas inspirações, parcerias, de tudo que ouvi e vi desde minha infância na beira do rio Amazonas”, conta Priscila.

Protesto - “Cantar a Amazônia, é sobretudo, resistência”. Com essa frase, a cantora resume uma parte do álbum. A Voz do Rio, composição de Paulinho Barreto, abre esse álbum composto por oito canções de músicos paraenses. "É um protesto contra os projetos de barragens no Rio Tapajós”, resume. De maneira direta, mostra o engajamento social da artista nas questões ambientais e nos direitos dos povos da Amazônia.


A força do feminino - A temática feminista também tem muita força neste álbum. Depois do sucesso da música e videoclipe Carimbó com Merengue, uma homenagem à beleza das mulheres da Amazônia, Priscila traz canções como Nem vem, de Greice Ive, Jana Figarella e Natália Green que com um experimento sonoro de “levada eletrônica” mesclada à Guitarrada.


Arranjada por Andresson Dourado, Mulheres que Benzem, de Wander de Andrade, fala das benzedeiras que, por meio de sua fé, acalantam os meninos com quebranto da Amazônia. Já Geladeira é um Brega que conta a história de uma mulher livre que “dá um gelo” no crush quando ele mente pra ela. Essa diversidade de vozes e sonoridades amazônicas resume a essência do álbum.


Sobre Priscila Castro - Com 12 anos de carreira, este é o primeiro álbum da cantora que se destaca nas noites paraenses. Foi cantando ritmos dançantes que ela conquistou um grande número de fãs que, antes da pandemia, seguiam a artista em diversos locais por onde ela se apresentava. Este primeiro trabalho vai trazer um pouco de cada influência musical e cultural adquirida ao longo desses anos de estrada. O trabalho também valoriza o fazer musical e a criação de compositores da Amazônia.


“O que pretendo com isso é colaborar com a difusão cultural da arte paraense, além de destacar a cultura amazônica, interpretando canções que valorizam nossa maneira única de ser, sem esquecer as bandeiras que defendo, sem deixar de falar dos problemas que nos cercam”, conclui a artista.

Serviço

| O QUÊ: Lançamento do álbum A Voz do Rio de Priscila Castro

| QUANDO: Já disponível

| ONDE: Principais plataformas de streaming

| MAIS EM: Instagram da artista

Com informações da assessoria de imprensa.


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